Ontem, após o encerramento dos negócios, a fabricante de alumínio deu a largada na temporada de balanços do trimestre, anunciando prejuízo de US$ 454 milhões para o segundo trimestre.
A expectativa com os resultados da empresa estimulou algumas compras no final do pregão de quarta-feira, fazendo o Dow Jones reverter as perdas do dia para fechar com elevação de 0,18%. O Nasdaq ganhou 0,06%, mas o S & P 500 recuou 0,17%.
Na agenda do dia, atenção para os pedidos semanais por seguro-desemprego, que caíram em 52 mil na semana passada para 565 mil, menor patamar já registrado desde janeiro.
Segundo o Departamento de Trabalho, boa parte da queda reflete ajustes sazonais. Já o número de americanos que continua recebendo o benefício estatal subiu em 159 mil, batendo novo recorde aos 6,88 milhões.
O dia, nos EUA, ainda reserva os estoques no atacado e os anúncios das varejistas sobre as vendas em junho.
No câmbio, o dólar apresenta leve alta contra o iene, mas cede terreno para o euro. Entre as commodities, o petróleo ensaia um pregão de alta, depois de cair por seis dias seguidos. Há pouco, o barril do tipo WTI para agosto valia US$ 61,07.
Na Europa, conforme o esperado, o Banco da Inglaterra (BoE) manteve a taxa básica de juro estável em 0,5% ao ano. Nas bolsas, bancos e mineradoras operavam com destaque. Há pouco, o FTSE-100, de Londres, apontava alta de 0,70, enquanto o Xetra-DAX, de Frankfurt, subia 1,37%.
Na Ásia, a quinta-feira acabou sem tendência única nos mercados.
(Valor Online)
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