A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) sofre retração minutos após a abertura do pregão desta terça-feira. A agenda econômica está bastante esvaziada hoje, principalmente nos EUA. Investidores continuam apreensivos com as perspectivas da economia global e a aversão ao risco pode dar o tom dos negócios nos próximos dias. A taxa de câmbio doméstica bate R$ 1,95.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, desvaloriza 0,39%, aos 50.424 pontos. Ontem, a Bolsa fechou em queda de 0,61%.
O dólar comercial é vendido por R$ 1,952, em um decréscimo de 0,45% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 277 pontos, número 1,42% abaixo da pontuação anterior.
As principais Bolsas asiáticas concluíram os negócios de hoje com perdas moderadas, devido à apreensão dos investidores com os rumos da economia americana. Em Tóquio, a Bolsa local fechou em queda de 0,34%, enquanto a Bolsa de Hong Kong perdeu 0,65%. Na Europa, a Bolsa londrina sobe 0,70% enquanto o mercado de Frankfurt registra ganho de 0,29%.
Entre as primeiras notícias do dia, a FGV (Fundação Getulio Vargas) calculou uma deflação de 0,32% no mês de junho, pela leitura do índice de preços IGP-DI. No ano, o índice acumula queda de 1,04% e, nos últimos 12 meses, acumula alta de 0,76%.
Ontem à noite, a agência de classificação de risco Moody's informou nesta segunda-feira que, em sua próxima reavaliação, pode melhorar o "rating" do Brasil. Se confirmada, a revisão da nota de risco brasileira pela Moody's seria uma promoção para o grupo de países grau de investimento. O Brasil já é considerado um integrante deste grupo pelas agências Fitch e Standard & Poor's.
Na Europa, o ONS (Escritório para Estatísticas Nacionais, na sigla em inglês) revelou que a produção industrial do Reino Unido caiu 0,5% em maio, acima do esperado pelos especialistas. No mês anterior, a produção tinha apresentado estabilidade.
A agenda econômica dos EUA não apresenta indicadores de destaque na jornada de hoje.
Fonte? Folha Online
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